Mudanças climáticas e IA serão pautas do Brasil à frente do ODC em 2027

O país assume papel central na agenda global do oceano rumo à Conferência de 2027.

Dança tradicional em evento da Década do Oceano

À frente da organização da Conferência da Década do Oceano de 2027, o Brasil pretende colocar as mudanças climáticas e o uso responsável da inteligência artificial na ciência oceânica no centro da agenda global do oceano. Os dois temas devem atravessar as sessões plenárias, os eventos paralelos e os compromissos anunciados no Rio de Janeiro.

A proposta reflete as prioridades da nova fase da Década do Oceano, voltada à entrega de soluções: transformar o conhecimento acumulado desde 2021 em ferramentas práticas para políticas públicas, adaptação climática e gestão sustentável do oceano.

O oceano é o grande regulador do clima do planeta. Não há resposta à crise climática sem ciência oceânica — e não há ciência oceânica em escala sem novas tecnologias.

Entre os assuntos em discussão estão o papel dos dados e da observação oceânica na previsão de eventos extremos, o financiamento da adaptação costeira e as oportunidades — e riscos — do uso de inteligência artificial na pesquisa, no monitoramento e na governança do oceano.

A Década do Oceano representa a tradução do conhecimento oceânico em ação coletiva.

Vidar Helgesen, Secretário Executivo da COI

Conclusão

A expectativa é que a Conferência de 2027 consolide o Brasil como articulador da agenda oceânica global, conectando ciência, política e sociedade em torno de soluções concretas para o oceano que queremos.

Novos detalhes da programação e dos temas prioritários serão anunciados nos próximos meses, junto com a abertura das inscrições.

Para mais informações, entre em contato com:

Equipe de Comunicação da Década do Oceano

oceandecade.comms@unesco.org
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